sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

escrever...

Escrever, escrever, escrever
até sangrar palavras.

2 comentários:

Telma Miranda disse...

Aí está o incansável herói na sua busca da pedra-palavra-filosofal-fundamental. Para tanto é preciso coragem, ousadia, tenacidade. Do avesso do herói brota a fragilidade do menino que escreve nas areias da praia palavras que se desfazem... mas que perduram e sangram...e por isso mesmo doem menos. Por destino ou desatino, o menino-herói insiste, insone, na sua viagem pelas veredas, pelos mares, pelas marcas, pelas encruzilhadas, com o auxílio de Zeus, de Hermes e das Musas, que hão de velar os seus caminhos. Grande abraço. Telma.

Carlos Eduardo Leal disse...

Telma,
Os leitores, sim sempre eles. São sempre maiores do que os livros. O que seriam dos livros sem um bom leitor?
Sua leitura atenta, eivada de genealogias e atavismos tece caminhos sobre caminhos e abre novas veredas.
Retorne sempre,
Obrigado pela sua escrita e leitura...